|
Parcelamento, Remissão, RTT, IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, IPI, INSS, dentre outros - Conversão da MP 449 de 2008 em Lei 01/06/09 | 09:13:00
A Medida Provisória nº 449 de 2008, que instituiu parcelamento, remissão de tributos, e altera importantes aspectos da legislação tributária foi convertida na Lei nº 11.941 de 2009 (DOU de 28 de maio de 2009).  Carga tributária atingiu 36% do PIB em 2008, mostra estudo 07/07/09 | 09:06:00
A carga tributária bruta, em 2008, ficou cerca de um ponto percentual acima dos 34,79% do Produto Interno Bruto (PIB) medidos em 2007. Hoje, a Receita Federal publica estudo anual, que mede o peso de impostos e contribuições da União, dos Estados e dos municípios. No ano passado, a arrecadação federal foi de R$ 685,67 bilhões. Considerando apenas os tributos, o valor foi de R$ 660,20 bilhões, o que significa aumento real de 6,81% sobre 2007. Para calcular a carga tributária bruta, é necessário agregar as arrecadações de Estados e Municípios.  Repórter Justiça mostra documentos que os brasileiros precisam tirar 10/07/09 | 09:19:00
Quais são os documentos que um indivíduo precisa ter para usufruir de seus legítimos direitos? Sabemos que são muitos, mas obedecendo a ordem natural da vida nossa papelada de documentação começa na maternidade onde nascemos ao recebermos a Declaração de Nascido Vivo também conhecida como DNV. A partir daí, ela só faz crescer. É a Certidão de Nascimento, RG, CPF, Título de Eleitor, carteiras e certificados: de motorista, de saúde, previdência, passaporte, reservista etc.  Analistas melhoram projeção para o crescimento da economia neste ano 04/01/10 | 11:26:00
A estimativa dos analistas do mercado financeiro para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma dos bens e serviços produzidos no país, em 2010, passou de 5,08% para 5,20%, segundo informa o boletim Focus, divulgado hoje (4) pelo Banco Central. Para 2009, a estimativa de queda do PIB passou de -0,22 para -0,24.
 Contribuinte que aderiu à MP 449 terá migração automática para regras da lei 10/08/09 | 09:57:00
A Portaria nº 6, editada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e pela Receita Federal do Brasil para regulamentar a Lei nº 11.941, acabou por evitar que empresas que aderiram ao "Refis da crise" ainda durante a vigência da Medida Provisória (MP) nº 449, que criou o novo parcelamento fiscal, tivessem que entrar na Justiça. Isso porque, como houve uma melhora nos benefícios trazidos pela lei, muitas empresas se preparavam para ir ao Judiciário pleitear sua migração do regime da MP para o da lei. No entanto, o parágrafo 4º do artigo 18 da portaria resolveu essa questão ao prever a migração automática. A diferença dos benefícios fixados na MP nº 449 e na lei podem ser significativos. Nos casos pagamento à vista, por exemplo, a MP previa redução de 30% de juros de mora, enquanto a lei reduziu ainda mais esses juros, que ficaram em 45%.  PIB dos principais emergentes vai superar o dos países ricos em 2020, diz pesquisa 21/01/10 | 13:36:00
O PIB (Produto Interno Bruto) combinado dos sete maiores países emergentes vai superar em 2020 o do G7 (integrado por Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália e Canadá), grupo dos países mais ricos, impulsionado principalmente pela expansão da China, que tirará o lugar dos Estados Unidos como primeira economia mundial. A previsão consta de pesquisa feita pela consultoria PricewaterhouseCoopers, divulgada nesta quinta-feira.
 Dívidas fiscais poderão ser cobradas por banco 26/08/09 | 15:40:00
A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) começou a colher os primeiros resultados positivos do projeto de terceirização da Dívida Ativa da União, lançado neste ano pelo órgão. Com o objetivo de reduzir as despesas com a administração de processos e recuperar créditos específicos da União, a procuradoria anunciou em março deste ano um novo modelo de cobrança, realizado por meio de um agente privado. O teste foi feito a partir de um pacote de créditos rurais considerados até então como dívida de difícil recuperação. E a cobrança iniciada pelo Banco do Brasil. Em dois meses de aplicação do modelo, o banco recuperou R$ 685 milhões para a União, o que equivale à 1,7 mil acordos. A meta do projeto é renegociar, por meio de acordos, cerca de 52 mil dívidas, que totalizam mais de R$ 8 bilhões. Apesar de apenas 8,6% do total da dívida ter sido renegociada até agora, o banco avalia de forma positiva o resultado dos dois primeiros meses de trabalho, e a PGFN cogita a possibilidade de estender o programa para dívidas de menor valor.  Alemanha confirma crescimento 27/08/09 | 08:02:00
O governo da Alemanha confirmou ontem o avanço de 0,3% no Produto Interno Bruto (PIB) do país no segundo trimestre, ante os primeiros meses do ano, nos dados com ajuste sazonal, conforme havia sido apontado na primeira estimativa. No primeiro trimestre, a economia alemã retraiu 3,5%. Dados positivos não tinham sido registrados desde os primeiros três meses do ano passado. Segundo informou o Departamento Federal de Estatísticas (Destatis), o crescimento econômico no período se deu em função dos gastos das famílias e do governo, que subiram 0,7% e 0,4% respectivamente.
 Elaboração do novo CPC avança com a participação de diversos segmentos sociais 18/03/10 | 15:42:00
"Transformar o Código de Processo Civil (CPC) em um instrumento ágil, célere e capaz de responder aos anseios de justiça é o que todos esperamos”, afirmou o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Luiz Fux, ao iniciar os trabalhos da 4a Audiência Pública da Comissão de Juristas, encarregada da elaboração do anteprojeto do novo CPC. O ministro Fux preside a comissão, formada por 12 representantes de alguns estados brasileiros e de várias categorias vinculadas à área jurídica, como advogados, juízes, desembargadores, acadêmicos, e de um representante do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
Nomeada pelo presidente do Senado, José Sarney, a comissão vem realizando estas audiências públicas em diversas regiões do Brasil, com o objetivo de promover a colheita democrática de sugestões e opiniões dos segmentos da sociedade interessados em participar da confecção de um Código mais adequado à realidade prática da vida brasileira, eliminando burocracias que causam a morosidade judicial.  Ministério tira R$ 5 bi de Estados e municípios 23/03/10 | 08:53:00
O Ministério do Planejamento contingenciou R$ 5,2 bilhões das transferências a Estados e municípios, previstas para 2010, mesmo diante da retomada do crescimento econômico, da recuperação da arrecadação de impostos e de ser um ano eleitoral. As transferências, que somavam R$ 143,9 bilhões na Lei Orçamentária Anual (LOA), foram rebaixadas para R$ 138,6 bilhões no primeiro bimestre deste ano, segundo relatório da Programação Financeira Orçamentária de 2010, encaminhado ao Congresso sexta-feira.
 Cai fatia das grandes empresas na receita do IR 31/08/09 | 09:55:00
A queda no nível de lucro ajudou a tirar de forma abrupta a participação das grandes empresas na arrecadação do Imposto de Renda das pessoas jurídicas (IR). De janeiro a julho do ano passado, o lucro real, sistemática de pagamento do imposto adotada pelas grandes companhias, era responsável por 70,46% da arrecadação do IR das empresas. No mesmo período de 2009, a participação dessas empresas caiu para 67,59% - menor patamar desde 2002, quando as empresas que declaram pelo lucro real foram responsáveis por 66,3% da arrecadação. Desde 2002, as grandes companhias vinham ganhando espaço na arrecadação do IR, com crescimento paulatino de participação. Em sete meses, porém, a fatia das empresas do lucro real encolheu para o nível de sete anos atrás.  RS tem 69% das cidades do Brasil habilitadas a fazer gestão ambiental 09/09/09 | 15:43:00
Preservar florestas, fauna, flora e os recursos hídricos é da competência da União, Estados, Distrito Federal e municípios. A descentralização é tema constante da agenda dos governos. Mas o Rio Grande do Sul está à frente dos demais estados. Dos seus 496 municípios, 228 fazem sua própria gestão ambiental, licenciando empreendimentos que geram impacto apenas local. Levantamento feito entre 19 estados - eles informaram seus dados à Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente -, aponta que, dos 328 municípios aptos ao licenciamento local, 228 são gaúchos. Ou seja, 69% das cidades brasileiras que têm gestão ambiental são do RS. Os estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais têm, ao todo, 36 municípios habilitados.  Interesse econômico não deve prevalecer sobre a proteção ao ambiente 04/06/10 | 14:00:00
No Direito Ambiental moderno, a leitura que se faz do ambiente não é só jurídica. É também, essencialmente, ecológica. A nova abordagem parte do princípio de que o Direito, sozinho, é incapaz de resolver os problemas advindos da complexidade ambiental. É preciso dar um tratamento interdisciplinar à interpretação das normas que tutelam o meio ambiente – cuja preservação, muitas vezes, transcende a capacidade dos estudos e práticas existentes.
Foi o que fez a Segunda Turma do STJ, ao manter, no ano passado, uma decisão judicial que proibiu a queimada de palha como método preparatório para colheita de cana-de-açúcar no interior paulista (REsp 1.094.873/SP). O processo originou-se de uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo. Além de pedir a proibição da queimada para a proteção do meio ambiente e da saúde dos trabalhadores que fazem o corte da cana, o Parquet pediu a condenação dos infratores, mediante indenização. O pedido foi aceito pela primeira instância e mantido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).
No recurso apresentado ao STJ, os produtores alegaram que a decisão da Justiça paulista violava o artigo 27 do Código Florestal Brasileiro (Lei n. 4.771/65). O dispositivo proíbe o uso de fogo em florestas e outras formas de vegetação, mas prevê uma exceção: autoriza o emprego de fogo se peculiaridades locais ou regionais justificarem tal prática em atividades agropastoris e florestais. Neste último caso, a lei ressalva que deve haver permissão do Poder Público para a realização da queimada.
Dispondo-se contra uma leitura meramente dogmática da legislação, o relator, ministro Humberto Martins, destacou a necessidade de o desenvolvimento ser sustentável, e votou pela manutenção da proibição dessas queimadas. Ao decidir, o magistrado postulou que, quando há formas menos lesivas de exploração, o interesse econômico não pode prevalecer sobre a proteção ambiental.
Além de refletir a tendência de admitir a proteção da natureza pelos valores que representa em si mesma, e não apenas pela utilidade que tenha para o ser humano, a decisão da Segunda Turma foi paradigmática por outro motivo: reconhecer o caráter transdisciplinar do Direito Ambiental. Segundo o ministro Martins, a interpretação das normas que tutelam o meio ambiente não comporta apenas a utilização de instrumentos estritamente jurídicos. “As ciências relacionadas ao estudo do solo, ao estudo da vida, ao estudo da química, ao estudo da física devem auxiliar o jurista na sua atividade cotidiana de entender o fato lesivo ao direito ambiental”, afirmou.
Nessa linha, o relator citou estudos científicos acerca do tema que comprovam os efeitos danosos da queima da palha da cana-de-açúcar, em virtude de liberar gases nocivos não apenas à saúde do homem, mas de várias espécies vivas. E observou a existência de medidas tecnológicas atuais capazes de substituir a queimada sem inviabilizar a atividade econômica da indústria.
Emblemática, a decisão do STJ priorizou os interesses difusos e coletivos referentes à saúde e ao equilíbrio ecológico em relação a interesses individuais que poderiam se beneficiar do aproveitamento do meio ambiente. E ajudou, assim, a consolidar uma jurisprudência mais ativa e avançada na área do Direito Ambiental.  Fisco vai submeter 6,6 mil mais ricos do País a pente-fino 14/06/10 | 08:05:00
Depois de pôr as grandes empresas na mira, a Receita Federal vai criar uma delegacia especial para fiscalizar os maiores contribuintes pessoas físicas do País. Em entrevista ao Estado, o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, antecipou que 6,6 mil contribuintes, entre eles grandes empresários, artistas, esportistas e profissionais liberais, já foram previamente selecionados para a fiscalização.  Estado ganha processos em que se discute guerra fiscal 01/10/09 | 09:30:00
A Fazenda paulista saiu vitoriosa no primeiro julgamento sobre guerra fiscal das Câmaras Superiores do Tribunal de Impostos e Taxas (TIT ) - órgão máximo da corte administrativa estadual que analisa recursos dos contribuintes contra autuações da Fazenda do Estado. Com o entendimento de ontem, foi decidido que as empresas paulistas que fizerem transferência de mercadorias entre companhias do mesmo grupo localizadas em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul ou Minas Gerais - onde tenham recolhido ICMS com desconto -não podem usar o crédito equivalente à alíquota cheia do imposto em São Paulo, de 12%. Se uma indústria de carnes, por exemplo, pagou 1% de ICMS em Goiás, onde tem um frigorífico, ela não poderá usar o crédito de 12% em São Paulo. Esses créditos, na prática, reduzem o valor final do imposto a ser recolhido.  Incineração de resíduos perigosos é tema de palestra da APEQ-RS 13/07/10 | 15:40:00
A Associação Profissional de Engenheiros Químicos (APEQ-RS) promove no próximo dia 22, às 19h30min, no auditório do SENGE (Av. Érico Veríssimo, 960) mais um encontro técnico, destinado a engenheiros químicos, profissionais da área tecnológica, dirigente de empresas, tomadores de decisão na área de resíduos perigosos, gerentes de processos industriais, técnicos da área de controle da poluição industrial, profissionais da área de controle e fiscalização de indústrias. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas.  Fantasma da inflação assola argentinos há 4 décadas 23/08/10 | 15:00:00
Economistas ressaltam que entre 1890, quando foi instituído o peso nacional, até o peso do final dos anos 60, a Argentina teve estabilidade financeira. Mas, em 1969, o então presidente e ditador general Juan Carlos Onganía decretou a primeira lei que eliminou zeros das notas de pesos, com o intuito de dissimular a escalada inflacionária. De lá para cá, as notas argentinas perderam 13 zeros. Nestes últimos 41 anos, o país foi assolado de forma persistente pelo fantasma da inflação, contra o qual tentaram lutar, com escassos resultados, os 20 presidentes que passaram pela Casa Rosada.
 'Comprados', bancos se antecipam a IOF 27/10/09 | 08:57:00
Os bancos inverteram completamente seu posicionamento no mercado à vista de câmbio às vésperas da adoção do IOF de 2% sobre a entrada de capitais estrangeiros. Depois de encerrarem setembro com posição vendida de US$ 3,28 bilhões, eles vinham ampliando o caixa nessa direção, até alcançarem o pico de US$. 4,934 bilhões no dia 9, mas reverteram a rota inteiramente na semana passada. De acordo com dados divulgados ontem pelo Banco Central, pela posição do dia 16 estavam "comprados" em US$ 1,24 bilhão. A mudança mostra uma antecipação à expectativa de que algo iria ser baixado para conter o declínio do dólar. Mas não deve ser interpretada como aposta das tesourarias de bancos - setor dos mais dinâmicos e agressivos do mercado - de que a medida dará certo. Pelo contrário, os dados mais recentes sobre as convicções cambiais das instituições bancárias (as posições assumidas nos mercados futuros de câmbio) indicam exatamente o oposto: elas estão ampliando as posições "vendidas". Do dia 19 para o dia 20, o caixa liquidamente vendido em dólar futuro deu um salto de US$ 1,99 bilhão para US$ 3,911 bilhões . Também no cupom cambial a visão é de desvalorização do dólar. Aqui, as posições vendidas alcançam US$ 3,02 bilhões. No mercado futuro, a posição total vendida soma US$ 6,93 bilhões. 
Cadastre-se e receba notícias atualizadas e artigos que podem contribuir para o crescimento de sua empresa.
|
|